Um espelho de tudo o que me vai pela cabeça

sexta-feira, setembro 30, 2005

Os dias começam à meia noite

Pois é... Ontem à meia noite estava sentada no capot de um carro à porta do Espaço 41, com um copito de vodka na mão. Já não estava a 100% (e garanto que aquele copito era o primeiro). Estava como sempre na galhofa, que sou miuda dada a isso e estava mui bem acompanhada. A esta altura já tinha feito dois resumos alargados dos meus dilemas existênciais da semana a dois amigos diferentes. E estava lá o meu noivo.

Dali fui para o Mercado, esse que se diz que é o novo Incógnito. Quando lá chegámos estava às moscas e com uma música, pardonnez-moi, não muito do meu agrado. Bem ainda deu para pedir uns conselhos um pouco mais pornos aos meus amigos gajos (há que aproveitar...). Lá fomos então para a casa-mãe das nossas quintas-feiras de loucura: o Incógnito. Por sinal, também às moscas. Mas sempre tinha uma musiquinha melhor. Ainda abanámos um pouquito, mas sem muita convicção. Quando saimos, quiseram ir à cachupa. Pelo caminho vimos o Luís Osório. Fomos à cachupa, onde a conversa, decididamente, desceu de nível. Saimos da cachupa e eu lá os convenci a irmos ao Incógnito novamente - estava lá o Luís Osório.

Saimos a tarde e más horas e subimos a custo a Calçada do Combro. Lá me levaram de carro a casa onde ferrei que nem uma doida. Acorei hoje a tarde e más horas - com a Dionne Warwick aos gritos "why do you have to be a heartbreaker". Tomei duche num nanossegundo e resisti à tentação de dormir de pé na banheira - não tive sequer tempo de lavar o cabelo, onde ontem fizeram o favor de me entornar cerveja, pelo que o meu cabelo está com uma textura, assim, como dizer, à la Doidos por Mary...

Saí de casa a correr (mesmo - era eu a gaja de cor-de-rosa, que esbaforida corria para o Rato). Chego ao Metro e corro para a carruagem, que entretanto avaria e tive de vir a pé para o escritório. A correr. Daí que hoje não esteja nos meus dias...

 
FREE hit counter and Internet traffic statistics from freestats.com